Primeira parada do troca-troca. Clique aqui e saiba os detalhes da viagem.
Sempre brinquei de dizer adeus para todo tchau. Hoje eu queria ter brincado menos.
Carlos me escreveu fazendo o seguinte convite:
Eu sou Carlos Fialho, de Natal, Rio Grande do Norte. Sou escritor, autor de dois livros e, junto com outros amigos autores, criamos o selo literário Jovens Escribas.
Nossa intenção é publicar a literatura jovem potiguar de qualidade. E estamos conseguindo. Já publicamos 5 livros e vários outros estão a caminho.
Nosso projeto tem alcançado uma boa repercussão e nossos livros alcançaram uma boa vendagem aqui em Natal. Agora, queremos dar um passo adiante. Distribuir nossas obras em outros Estados. Participamos das Bienais da Paraíba e Ceará, inclusive compondo mesas de discussão, mas os lançamentos em grandes feiras são muito diluídos.
No primeiro semestre Xico Sá e Marcelino Freire tomaram conhecimento do nosso trabalho e tiveram acesso aos livros. Gostaram bastante e nos convidaram a lançar as obras em São Paulo.
Bem, estou lhe escrevendo a fim de convidá-la para o evento.
Sei do seu envolvimento com a cena editorial paulista e gostaria muito de conhecê-la.
Na ocasião lançaremos 5 livros do nosso selo com as presenças dos 5 autores. Será uma noite da nova literatura potiguar em Sampa. Vai ser na Mercearia São Pedro, Vila Madalena, no dia 3 de outubro (terça-feira) a partir das 20h.
Eu vou. Tomara que você também possa ir.
Quisera ser viciada em nicotina ao invés de paixão. Que maldita dor de abstinência é essa que reduz minhas melhores conquistas a um passeio de shopping center? Quisera fosse droga alucinógena essa estranha sensação que eu sinto diante da minha lista de aquisições. Disfarçada de paz, não há nada de barato a minha volta. Quisera fosse nicotina… Pra ficar num canto vendo a vida passar diante do movimento da minha mão e do vai e vem da fumaça. Em silêncio… Calando meus segredos. Em silêncio… Calando suas inseguranças com um beijo de cigarro e um pouquinho de dor. Quisera fosse uma droga que controlasse meus desejos ao invés de soltá-los a galope, vestidos num manto de coragem. Quisera essa tranquilidade não fosse tão chata… Quisera eu me bastasse e não implorasse à vida, por tantas doses de sentimento na carne e no papel.
Se eu e o cara do paperclip estivéssemos na cabine do “Domingo no Parque”, ele sairia feliz se tivesse dito “Siiim!” pra casa própria e eu sairia puta da vida se tivesse dito “Nããão!” pro monte de lugares e pessoas que ele conheceu. Por isso meus amores, com a diferença que não faço questão da casa, decidi plagiá-lo na caruda. Faz tempo que estou procurando uma boa desculpa pra rodar o país. O cara do clipe vermelho acaba de me dar uma.
Vocês ouviram falar do cara que fez um blog pra tentar trocar um clipe de papel vermelho por uma casa? Pois é… Isso aí em cima é só um pedaço do primeiro post do troca-troca. Para continuar lendo e ver onde é que essa história vai dar Clica Aqui..
Vamos combinar? Tremendo falso moralismo que estão fazendo em cima do vídeo da Daniela Cicarelli e do Renato Malzoni. Acabei de ver as cenas e não sei se foi a produção que fizeram no vídeo que eu vi ou o que foi, mas fiquei até com inveja da moça. Que transada, linda! E olha que não é fácil ter aquela performance dentro do mar, não! Água salgada e areia são ingredientes terríveis quando misturados ao sexo. 🙂
Mas ela deveria dar declarações do tipo: “Viram só? Demais não?” ou “Prestaram atenção nos detalhes do meu namoradão? Sou ou não sou uma mulher de sorte?”.
Banana. Daniela deveria dar uma banana pra todo mundo. Discrição? Bah! Queria ver quantas mulheres e quantos homens conseguiriam ser discretos com aquela companhia, naquela praia, naquele país e naquele estado de excitação. Ela também deveria dar entrevistas assim ó… “Apaixonem-se e gozem. Depois, se não estiverem satisfeitos, podem voltar a olhar pra minha vida”.
Definitivamente, quem goza bem não incomoda ninguém.